Uma vontade profunda de te abraçar, te ninar e te dizer que não importam as dores, os trovões, as lágrimas, os desamores, que nem existem mais. Tudo ficou lá fora, no mundo que deixamos quando criamos o nosso. Uma vontade de nunca mais sair de perto de ti, porque já se foi tanto tempo, e tantos sonhos, e tanta distância que nada mais justo do que só se alimentar agora de realidade, porque não há sonho mais bonito do que te ter, do que te cuidar de perto, esquecer da dor no teu abraço.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
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