Eu não consigo escrever, não consigo pensar, meus raciocínios são incompletos. Minhas mãos tremem, meu corpo treme e por um instante meu coração para. Meus olhos ardem e eu choro. Minha garganta se esforça, mas eu prendo o grito. O medo agora é de não ter ninguém. Por um momento tudo fica calmo, tão calmo que assusta, mas a confusão logo volta. E minhas mãos tremem, como se fosse errado tentar por pra fora tudo que me angustia. E quando isso não cabe mais em mim, vaza pelos olhos sentimentos que não traduzi em palavras. E doce nenhum consegue tirar o azedo da minha boca, o azedo que palavras não ditas deixaram como lembrança
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
sábado, 20 de agosto de 2011
Eu não consigo escrever, não consigo pensar, meus raciocínios são incompletos. Minhas mãos tremem, meu corpo treme e por um instante meu coração para. Meus olhos ardem e eu choro. Minha garganta se esforça, mas eu prendo o grito. O medo agora é de não ter ninguém. Por um momento tudo fica calmo, tão calmo que assusta, mas a confusão logo volta. E minhas mãos tremem, como se fosse errado tentar por pra fora tudo que me angustia. E quando isso não cabe mais em mim, vaza pelos olhos sentimentos que não traduzi em palavras. E doce nenhum consegue tirar o azedo da minha boca, o azedo que palavras não ditas deixaram como lembrança
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