Não é raiva, é orgulho. Não é esquecer, é deixar de me humilhar. Não é besteira, é amor próprio.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
sábado, 20 de agosto de 2011
Eu pensei que eu fosse forte. Que em pouco tempo eu seria capaz de te esquecer, seguir a minha vida e deixar certas coisas no passado. Mas não foi bem assim. Eu ainda lembro de cada detalhe seu, e a cada dia está mais difícil esquecer. Desculpa, só que mais uma vez as coisas não saíram conforme eu planejei.
Eu não consigo escrever, não consigo pensar, meus raciocínios são incompletos. Minhas mãos tremem, meu corpo treme e por um instante meu coração para. Meus olhos ardem e eu choro. Minha garganta se esforça, mas eu prendo o grito. O medo agora é de não ter ninguém. Por um momento tudo fica calmo, tão calmo que assusta, mas a confusão logo volta. E minhas mãos tremem, como se fosse errado tentar por pra fora tudo que me angustia. E quando isso não cabe mais em mim, vaza pelos olhos sentimentos que não traduzi em palavras. E doce nenhum consegue tirar o azedo da minha boca, o azedo que palavras não ditas deixaram como lembrança
As palavras perfeitas
… não existem, as ações perfeitas não existem, e a pessoa perfeita, também não existe. Quando pensamos em ser perfeitos estamos tentando ser como achamos que é o certo, como achamos que é o correto, como as pessoas querem que nós sejamos, mais não é assim,ninguém é perfeito, ninguém faz tudo certo, ninguém nunca não teve medo, sentiu vergonha ou ficou apaixonado. O que nós somos é o que nós fazemos, é o que nós sentimos, é o que nós pensamos e ninguém vai mudar isso.
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